Não interessa aos libertários saber quantos são, pois nas suas hostes não se recrutam agentes do poder e muito menos se atribuem números aos militantes. (carlos fonseca)

Mostrar mensagens com a etiqueta Desalfabetização. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Desalfabetização. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 18 de março de 2011

Novo acordo ortográfico retirado do facebook

"...foi um dia de anos xelenteeeee..."
:|

Livros e mais livros

Mais um incentivo



O pc em que me encontro não tem som. Espero que o vídeo seja bom...
:)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Clube dos Contadores de Histórias

Recebo frequentemente histórias, não muito direccionadas ao público da minha escola, (mas também que público é que há na minha escola??) que me chegam do Clube de Contadores de Histórias.
Há algumas que me tiram do sério, principalmente se são escritas pelo Sr. António Torrado, que segundo sei é muito famoso nestas lides. Coloco aqui uma cópia, da que recebi hoje, para exemplificar e pergunto a mim própria, que raio ando eu a fazer ao facultar este tipo de escrita a jovens?
Devo andar muito distraída...

"Ele era muito distraído. Um cabeça-no-ar. Péssimo para fazer recados. Mas, mesmo assim, a mãe dele insistia:
– Ó Pedro, vai ali, se fazes favor, à mercearia do senhor Cosme e traz-me dois quilos de batatas.
O Pedro ia e voltava a correr com uma batata na mão.
– Então as outras? – perguntava a mãe.
– Já vou buscar, mãe – dizia o Pedro.
Nova corrida e nova batata. Trazia-as uma a uma...
– Ó filho, que trabalheira! Metia-las todas num saco e trazias, de uma só vez.
– Boa ideia, mãe. Para a próxima já sei.
O recado seguinte tinha a ver com o porco, que tinha ficado em observação no veterinário, por causa de umas vacinas, e que a mãe não tivera ainda tempo de ir buscar. Mandou o filho.
Quando o rapaz regressou sem o bicho, a mãe admirou-se.
– Fui metê-lo num saco e ele não quis – explicou o Pedro.
– Ó filho, trazia-lo para casa com um cordelinho amarrado pelo pé e tocáva-lo para diante com uma varinha.
– Boa ideia, mãe. Para a próxima já sei.
Pouco depois, a mãe mandou-o à feira para comprar um cântaro. Quando o Pedro chegou a casa trazia só a asa do cântaro, presa a um cordel. E ele, muito contente:
– Fiz como a mãe disse.
O que valia ao Pedro cabeça-no-ar é que a mãe tinha muita paciência. Ai dele se não tivesse!"
(António Torrado
www.historiadodia.pt)

E então, que me dizem? :/
Isto é distribuido para as escolas de todo o país.
Só penso no seguinte: espero que ninguém as leia, se não lá se vai o plano de incentivo à leitura.
Que porcaria de texto!!!